Veja mais e como adquirir a obra em [ https://bit.ly/LivroLeiNaturalJohnFinnis ]
O GPFDir promove encontros semanais para o debate dos autores e das ideias clássicas das filosofias ética, política e jurídica. As nossas pesquisas estão orientadas para o estudo da justiça. Os encontros são abertos ao público em geral e gratuitos. Iniciamos as nossas atividades em 2009 no Curso de Direito da Ulbra Canoas, Brasil. Desde então, contamos com duas edições anuais, promoção de inúmeros eventos, publicação de trabalhos e participações externas. Compareça!!!
quarta-feira, 28 de julho de 2021
sábado, 10 de dezembro de 2016
KANT E O ADVENTO DA RAZÃO AUTORITÁRIA: UMA CRÍTICA A PARTIR DAS FILOSOFIAS ARITOTÉLICO-TOMISTAS
Participei deste volume com o ensaio:
"KANT E O ADVENTO DA RAZÃO AUTORITÁRIA: UMA CRÍTICA A PARTIR DAS FILOSOFIAS ARITOTÉLICO-TOMISTAS"
Disponível para download gratuito [AQUI]. Confira na página 203!
RESUMO: Na Grécia antiga, a filosofia fez uma guinada com Sócrates, Platão e Aristóteles para enfrentar os assuntos humanos. Desde então, que o seu objetivo principal é teorizar a respeito do que seja uma vida boa para o ser humano e sua comunidade. Durante a Idade Média, essas ideias foram recebidas e desenvolvidas por Tomás de Aquino, sob as luzes deontológicas herdadas do Decálogo bíblico e da tradição jurídica romana sob o rótulo de lei natural [lex naturalis]. Contudo, esse paradigma foi abandonado pela modernidade, cuja proposta arquitetou a moralidade como algo que não é tão somente um campo da ética e dos estudos a respeito do que seja uma vida boa, mas fundamentalmente o locus de nossas ações por respeito à lei moral. Assim, a razão passou a ser compreendida de um horizonte autoritativo (para o bem) a um modelo autoritário (por dever). Um dos grandes responsáveis pelo advento da moralidade nesse sentido restrito foi Immanuel Kant, o qual não operou apenas a famosa Revolução Copernicana nas ciência teóricas, mas silenciosamente o fez também nas ciências práticas. O objeto do presente ensaio é apontar como isso ocorreu na filosofia kantiana, e tecer uma crítica a partir de sua comparação com o modelo clássico acima exposto e sua retomada pelo jusnaturalista contemporâneo John Finnis.
PALAVRAS-CHAVE: Immanuel Kant, John Finnis, vida boa, justiça, ética e moral.
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
1. O QUE É JUSTIÇA? ARISTÓTELES, TOMÁS DE AQUINO E JOHN FINNIS
2. KANT E A VIRADA COPERNICANA
3. A MORALIDADE KANTIANA
CONSIDERAÇÕES FINAIS
BIBLIOGRAFIA
Disponível para download gratuito [AQUI]! Confira na página 203.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Grupo de Pesquisa em Filosofia do Direito CANOAS | 15ª Ed.
O poder da espada: Um estudo em Justiça, Direito e coerção
Veja o Flyer e os textos [AQUI]! (Textos já disponíveis. Imprimir de acordo com o andamento dos debates.)
Neste semestre, leremos presencialmente e debateremos no Grupo de Pesquisa trechos seletos de obras clássicas no estudo da justiça e do Direito. Um dos temas centrais nesse estudo é a função, a legitimidade e a extensão do uso da força de modo apropriado pelo cidadão, pela sociedade e pelo Estado. Selecionamos trechos do pensamento dos seguintes pensadores para debater o tema: Aristóteles, Tomás de Aquino, Montesquieu, Locke, Beccaria, Kant e John Finnis.
Nosso objeto de estudo no Grupo de Pesquisa em Filosofia do Direito é o conceito de justiça. Entender como a força pode ser empregada legitimamente para garanti-la é fundamental e constitutivo dos conceitos de Justiça e Direito. Assim, o debate proposto, além de interessantíssimo, se alinha com o nosso projeto mais geral de pesquisa.
INSCRIÇÕES:
Av. Farroupilha, 8001, (Ulbra Canoas)
Sala 212 - Prédio 1
Fone: 51 3477 9142
Local:Faculdade de Direito
Ulbra | Canoas
Prédio 1 Sala 212
Data: a partir de 31 de agosto de 2016.
(11 encontros semanais nas quartas.)
Hora: 17:45hs. às 18:45hs.
+Informações:
www.LeandroCordioli.com.br
ProfLeandroCordioli@gmail.com
Blog GPFDir.blogspot.com.br
www.facebook.com/GPFDir
Atividade gratuita, aberta à comunidade e válida como horas complementares.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Lançamento em 2016: O conceito de justiça em John Finnis: uma herança da tradição aristotélico-tomista?
Lançamento em 2016!
Pessoal, saiu o "Temas de Filosofia do Direito", organizado pelos Professores do PPGFil da UFPEL Evandro Barbosa e Carlos Ferraz! Fico muito honrado e alegre em ter participado do Workshop em 2013 e desta obra resultado de tão interessante debate naquele Programa de Pós-Graduação! Muitos amigos e colaboradores acadêmicos resultaram de tal evento.
Participei com o ensaio "O conceito de justiça em John Finnis: uma herança da tradição aristotélico-tomista?"
+Informações [AQUI].
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Redescobrindo a equidade na gramática dos direitos: horizontes para uma teoria da justiça personalista e ética na retórica do Direito
Em 2015, na XV Semana Acadêmica do PPGFil da PUCRS apresentei o trabalho "Redescobrindo a equidade na gramática dos direitos: horizontes para uma teoria da justiça personalista e ética na retórica do Direito". Nele, eu busco responder às seguintes perguntas:
1. O que são justiça, equidade e defeasibility?
2. Por que o Direito depende de argumentos morais?
3. Por que devemos buscar atentarmo-nos para os atributos morais dos juízes?
4. Por que o Direito deve buscar implementar exigências éticas e não se limitar a ser um pacto de não agressão e cumprimento recíproco de acordos?
A íntegra do ensaio "Redescobrindo a equidade na gramática dos direitos: horizontes para uma teoria da justiça personalista e ética na retórica do Direito" está sendo publicada no segundo volume dos Anais da XV Semana Acadêmica e (i) pode ser acessada gratuitamente [AQUI]. CONFIRA nas p. 185-209!!! Se preferir, (ii) baixe apenas o meu ensaio diretamente do dropbox [AQUI]. Ainda, se preferir, você pode adquiri-lo em (iii) versão impressa acessando [AQUI].
"Este segundo volume dos Anais da XV Semana Acadêmica contém o artigo de abertura do Prof. Rossano Pecoraro (UNIRIO), um dos palestrantes da XV Semana Acadêmica, e textos vinculados aos Grupos de Pesquisa em Filosofia Sistemática, Dialética e Filosofia do Direito, e Interdisciplinar em Teoria da Justiça e Cultura Política. Além disso, contempla textos sobre Ética e Filosofia Política." Os demais volumes da publicação podem ser acessados [aqui].
Versão impressa: adquira [AQUI].
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
XV semana Acadêmica do PPGFil 2015
Em 29/09/2015, apresentei a Comunicação Redescobrindo a equidade na gramática dos direitos: horizontes para uma teoria da justiça personalista e ética na retórica do Direito. O texto integral já está disponível em formato de ebook publicado pela Editora Phi. Disponível [AQUI]!
Redescobrindo a equidade na gramática dos direitos: horizontes para uma teoria da justiça personalista e ética na retórica do Direito
Resumo: H. L. A. Hart propôs uma tese abandonada em seus trabalhos mais tardios a respeito da defeasibility dos direitos subjetivos. Nela, sustentava que existem condições que são capazes de derrotar a existência de um direito subjetivo conferido por lei, mesmo que estas condições não estejam expressas no diploma legal. Em que se pese o abandono pelo proponente inaugural da tese da defeasibility, alguns de seus contemporâneos convenceram-se de que Hart estava inicialmente correto. O presente ensaio almeja demonstrar que o que Neil MacCormick, o principal sucessor na defesa desta tese hartiana, entende em suas considerações sobre a defeasibility, ou seja, a sujeição de todos os direitos à exceptividade de suas condições, é o mesmo fenômeno que Aristóteles, Tomás de Aquino e outros clássicos chamavam de epieikeia ou aequitas, e que foi trazido para a modernidade com o rótulo de equidade. Tal estudo é fundamental para a compreensão das Teorias da Justiça e do Direito em suas interações por ser capaz de resolver aludidos casos de uma forma mais abrangente. Ademais, tendo em vista que a equidade em seus termos clássicos é entendida como uma virtude ética retificadora do justo legal, o presente trabalho avança na demonstração prática da importância de se propor que a justiça é antes de tudo também uma virtude ética dita das pessoas, e de que entender a institucionalização da justiça como condição necessária e suficiente para que haja justiça em uma sociedade é insustentável. Nestes termos, há igualmente relevo no objeto de estudo em questão, na medida em que se examina a hipótese da necessidade de argumentos éticos e da exigência de virtudes morais do próprio julgador. Por fim, como a ética retoma o seu papel de protagonista nas teorias da justiça na presente proposta, passa a ser considerada como uma finalidade própria do Direito.
Palavras-chave: Personalismo Ético vs. Institucionalismo Político. Equidade. Defeasibility. Epiekeia. Aequitas.
SUMÁRIO
Introdução
1. Justiça e equidade em Aristóteles e Tomás de Aquino
2. A derrotabilidade (defeasibility) dos direitos subjetivos
Considerações finais
Bibliografia
Palestra "Uma teoria personalista da justiça"
Fotos da excelente palestra proferida pelo Prof. Dr. Elton Somensi de Oliveira estão disponíveis em +Informações!

















